Saiba em qual revista publicar seu artigo científico

Olá, tudo bem? Você almeja submeter seu trabalho científico a uma revista e não tem ideia pra qual? Pois vou te apresentar uma ferramenta que vai te ajudar a tomar essa decisão: o Edanz Journal Selector.

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Ele é bem fácil de usar, basta inserir na caixa de busca as palavras-chave, ou título, ou um pedaço do resumo do seu trabalho, e logo você obterá uma lista de revistas que publicam nas áreas relacionadas. Fiz um teste com um pedaço do resumo da minha monografia do MBA, repara o que consegui:

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Recuperei uma lista com 500 títulos de {possíveis} revistas para submeter meu trabalho! Ok.. 500 é muito, mas a partir daí você filtra os primeiros resultados, e avalia se público-alvo da revista vai se interessar pelo seu trabalho, assim é bem provável que ele seja aceito… {além de outros critérios, claro!}. 😉

Agora deixa eu te dizer uma coisinha… Reparou que na figura acima, do lado direito tem um filtro? Pois bem… selecionei ali a opção 

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Como retardar o efeito do envelhecimento na memória temporal?

Boletim Behaviorista

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“Hoje me levantei e depois tomei o café da manhã, em seguida fui para o laboratório. Antes de tomar o café fui ao banheiro. Só posso voltar para casa depois de terminar esse post para o Boletim Behaviorista”. – Lembrar da ordem em que os eventos da nossa vida acontecem pode parecer algo extremamente simples e trivial. Entretanto, a grande frequência com que esse tipo de comportamento acontece mascara sua complexidade. A falta de um registro sistemático e crenças em uma “memória ora prodigiosa, ora incapaz” distorcem muitas vezes nossas descrições sobre o lembrar.

É possível encontrar definições sobre o que é a memória temporal considerando a perspectiva da psicologia cognitiva como a habilidade de “codificar” e “recuperar” o tempo e a ordem dos eventos passados de maneira precisa. Numa interpretação analítico-comportamental, recorremos a instâncias de controle de estímulos para entender como recordamos e descrevemos a ordem de ocorrência dos…

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Espinosa – o que é psicologia?

Razão Inadequada

Podemos falar de uma psicologia espinosista? Não é fácil responder esta pergunta. Espinosa, durante toda sua obra, esforçou-se para entender a natureza humana, sem idealizá-la, sem julgá-la. Ele se inclinou sobre a fragilidade humana, sobre suas forças e fraquezas e a compreendeu como parte muito pequena e vulnerável da existência. Nós sofremos, nos iludimos, ficamos doentes, nos irritamos, ficamos confusos, choramos, não encontramos saídas mesmo para nossos problemas mais simples; enfim, somos uma parte muito impotente da realidade. Mas uma psicologia, como disse Nietzsche, precisa se prevenir de dois sentimento: compaixão e nojo.

Por isso Espinosa jamais caiu na tentação de idealizar a natureza humana. Para não se decepcionar, utilizando o método geométrico, desenvolveu uma ciência dos afetos. Não estamos doentes, não somos maus por natureza, não somos imperfeitos, nem somos pecadores. Ao pensarmos em uma psicologia de inspiração espinosista, não cabe nem mesmo usar a palavra cura…

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A CONSCIÊNCIA HUMANA COMO RESULTADO DE PROCESSOS EVOLUTIVOS DO SISTEMA NERVOSO CENTRAL.

Percepções, individualidade, linguagem, ideias, significado, cultura, escolha (ou livre arbítrio), moral e ética, todos existem em decorrência do funcionamento cerebral, e como se espera, a consciência também se apresenta como fruto da evolução do sistema nervoso. A percepção que o ser humano tem de si mesmo (e de seus semelhantes) tem profundas implicações na origem e evolução do homem (Xavier et al, 1997).

Sem título

Muito se discutiu sobre a consciência como fruto da evolução biológica, como ela surgiu se deve ou não ter qualquer valor para a sobrevivência. Muitas linhas de argumento sugerem que a consciência emergiu exclusivamente nos primeiros seres humanos, ou que tal ineditismo é característico dos primeiros mamíferos. Algumas linhas sugerem que ela surgiu de modo independente em mamíferos e aves, ou ainda, com os primeiros répteis (Peter et al, 2008). Outros autores datam a origem da consciência nos primeiros animais com sistema nervoso ou início…

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O QUE É CONSCIÊNCIA?

Qualquer mãe pode atestar o quão complicado as coisas tornam-se quando uma criança começa a atingir a idade de perguntas difíceis. Nós todos temos estado lá:

“Por que o céu é azul?”
“Porque, amor, as moléculas do ar dispersam a luz azul melhor do que as outras cores.”
“Oh. De onde vêm os bebês?”
“Espermatozóide e óvulo se unem para formar um zigoto, que se desenvolve em um feto e, em seguida, uma criança.”
“Hmm. Existe um Deus? “
“Talvez.”
“E o papai Noel?”
“Definitivamente.”
“Por que a sua respiração sempre cheira engraçado?”
“Ele usa uma loção especial do Pólo Norte.”
“Papai, o que é a consciência?”
“Um …”

Sem títuloSe alguém lhe pedir para explicar a consciência, você poderia fazê-lo? Pessoas muito inteligentes passaram suas carreiras inteiras tentando entender a resposta a essa pergunta. É surpreendente que algo que todos nós temos experiência é tão difícil de explicar. A dificuldade…

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O QUE É A CONSCIÊNCIA? NEUROCIENTISTA PODE TER RESPOSTA PARA A GRANDE QUESTÃO.

A ciência não foi capaz de identificar os processos cerebrais reais por trás de nossa consciência.

Créditos: Shutterstock.com/Lightspring Créditos: Shutterstock.com/Lightspring

Eu estava na plateia assistindo a um show de mágica. Por protocolo uma senhora estava em uma caixa de madeira, a cabeça saindo do topo, enquanto o mago a esfaqueou com espadas pelo meio.

Um homem sentado ao meu lado murmurou para seu filho, “Jimmy, como você acha que eles fazem isso?”

O menino tinha por volta de seis ou sete anos. Recusando-se a ficar impressionado, ele sussurrou de volta, “É óbvio, pai”

“Sério?”, Disse o pai. “Você entendeu isto? Qual é o truque?”

“O mágico faz acontecer dessa forma”, disse o menino.

O mágico faz acontecer. Essa explicação, tão encantadoramente vazia quanto parece, poderia ficar como um resumo justo de quase toda teoria, religiosa ou científica, que tem sido proposta para explicar a consciência humana.

O que é a consciência? O…

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A CONSCIÊNCIA PODE SER UM EFEITO COLATERAL DA “ENTROPIA”, DIZEM OS PESQUISADORES.

Está tudo conectado.

Jose Luis Calvo/Shutterstock.com Jose Luis Calvo/Shutterstock.com

É impressionante o suficiente que nossos cérebros humanos sejam compostos do mesmo “material das estrelas” que forma o Universo, mas novas pesquisas sugerem que isso pode não ser a única coisa que os dois têm em comum.

Assim como o Universo, nossos cérebros podem ser programados para maximizar a desordem – semelhante ao princípio da entropia – e nossa consciência poderia simplesmente ser um efeito colateral.

A busca pela compreensão da consciência humana – nossa capacidade de estar consciente de nós mesmos e do nosso ambiente – tem acontecido há séculos. Embora a consciência seja uma parte crucial do ser humano, os pesquisadores ainda não compreendem verdadeiramente de onde ela vem e por que a temos.

Mas um estudo novo, conduzido por pesquisadores da França e de Canadá, apresenta uma possibilidade nova: e se a consciência surge naturalmente em conseqüência de…

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