Neuroanatomia do sistema de recompensa cerebral e dependência química

MUDI

Antônio Carlos Schwiderski

Enfermagem- UEM

Fonte: http://museudinamicointerdisciplinar.files.wordpress.com/2014/09/ed973-brain_thumb25255b225255d.png

Um dos principais problemas de saúde pública no Brasil e no mundo é o crescente aumento da utilização de substâncias psicoativas, o que motivou o desenvolvimento de pesquisas a cerca dos mecanismos de ação no cérebro e o entendimento das bases neurobiológicas no processo de dependência química. Este conhecimento contribui na criação de novos medicamentos, ajudando no tratamento da desintoxicação e na prevenção de recaídas, que somado às abordagens sociais, culturais, educacionais e comportamentais representará num tratamento efetivo na dependência ao álcool e outras drogas.

A dependência química é complexa, pois sendo um transtorno de natureza multifatorial e crônica com características recidivantes, o seu uso continuado provoca mudanças na anatomia e fisiologia cerebral, que traduz na mudança de comportamentos observada no usuário, como compulsão pelo uso, falta de controle e diminuição da capacidade de parar apesar das consequências para a sua própria saúde.

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