A Lua que fez Daquele, Sua Morada

O Manifesto do édipo

Triginta tribus 33

Não é de estar viajando

É de estar viajante

Se encanta fácil em olhar pra cima

Mas jamais por estrelas sem luz

O seu céu é o infinito

Vai até onde as vistas alcançam

Consegue ver de longe o brilho dos astros

Mas só leva pra ele aquelas estrelas que encantam

Já viajou por tantos planetas

Em busca, de quem sabe, vida inteligente

Já se perdeu tantas vezes

Em celestes astros inconsequentes

Não estacionou quase nunca

É verdade

Quase sempre, nessas vezes

Foram só de passagem

É o astronauta dos mundos

Sorte dele nunca ter entrado em um buraco negro

Pensando bem, ouviu dizer que quando se entra, se volta ao passado

Quem dera fosse verdade

Visitar todas as estrelas de novo

Pensa ele

Sentir mais uma vez o prazer do ineditismo

Não seria tão ruim assim

Ignorou tanto satélite

Fugiu de tanto lixo espacial

Mal sabia…

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