[Artigo] Uma proposta para a quarta geração de terapias comportamentais

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[Artigo] Como tornar a ciência mais reprodutível?

Boletim Contexto ABPMC

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“Qual proporção de pesquisas publicadas é provável que sejam falsas?” Com esse questionamento Munafò et al. (2017) iniciam o artigo intitulado A manifesto for reproducible science. O estudo é resultado do trabalho de dez pesquisadores de diversas áreas, como Psicologia, Estatística e Medicina, preocupados com a produção científica. Os autores elencam problemas e apresentam dados que indicam baixa reprodutibilidade de pesquisas publicadas, então discutem possibilidades para o aumento da confiabilidade e eficiência de pesquisas científicas.

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Tecnocracia e engenharia social no pensamento de B. F. Skinner

Boletim Behaviorista

Quem foram e o que defendiam os líderes do movimento tecnocrático nos EUA?

E o que Skinner teria a ver com isso?

cesar 2

Uma queixa comum entre simpatizantes da análise do comportamento refere-se ao quanto a abordagem seria incompreendida por seus críticos. Quando chamados a falar para fora do círculo, não raras vezes começamos fazendo “esclarecimentos” preliminares, lamentando sobre quão injustiçados seríamos. Dentre as injustiças de que seríamos vítimas, há a crítica segundo a qual nossa visão de mundo seria “cientificista”, algo frequentemente ilustrado por posicionamentos do mais famoso mentor da área, e ainda muito venerado, B. F. Skinner. Tal crítica acusa também que, no tocante à relação entre ciência e sociedade, a perspectiva skinneriana seria fundamentalmente tecnocrática.

Mas o que isso significa, afinal? Seria a crítica improcedente? Uma referência que ajuda a responder tais questões é o artigo de Alexandra Rutherford, da York University, B. F. Skinner and Technology’s…

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Número especial da Revista Brasileira de Análise do Comportamento discute a definição de comportamento

Boletim Contexto ABPMC

Revista Brasileira de Análise do Comportamento

A Revista Brasileira de Análise do Comportamento acaba de publicar um número especial (v. 9, n. 1, 2013), organizado por Maria Helena Leite Hunziker, professora do Instituto de Psicologia da USP, sobre a definição de comportamento. Cinco analistas do comportamento foram convidados a responder a pergunta “O que é comportamento?”. A pergunta foi abordada de formas diversas, resultando em cinco artigos teóricos que trataram desde definições disponíveis até propostas inovadoras de definição de ‘comportamento’. Em breve, serão publicados comentários e respostas autores às contribuições dos demais.

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[Artigo] A distinção entre comportamento eliciado e emitido ainda é necessária?

Boletim Contexto ABPMC

RATBOX

Em 2016, Michael Domjan publicou seu artigo “Elicited versus Emitted Behavior: Time to Abandon the Distinction”, no qual faz um apanhado histórico de livros e experimentos acerca dos condicionamentos clássico e operante, apontando a necessidade de revisarmos nossas definições com base nas evidências e análises encontradas nos últimos anos. Por meio de sua análise, vemos que as diferenças entre comportamentos emitidos e eliciados não são tão claras quanto se supunha antigamente, apesar de as concepções antigas ainda serem repetidas nos trabalhos atuais.

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Neuroanatomia do sistema de recompensa cerebral e dependência química

MUDI

Antônio Carlos Schwiderski

Enfermagem- UEM

Fonte: http://museudinamicointerdisciplinar.files.wordpress.com/2014/09/ed973-brain_thumb25255b225255d.png

Um dos principais problemas de saúde pública no Brasil e no mundo é o crescente aumento da utilização de substâncias psicoativas, o que motivou o desenvolvimento de pesquisas a cerca dos mecanismos de ação no cérebro e o entendimento das bases neurobiológicas no processo de dependência química. Este conhecimento contribui na criação de novos medicamentos, ajudando no tratamento da desintoxicação e na prevenção de recaídas, que somado às abordagens sociais, culturais, educacionais e comportamentais representará num tratamento efetivo na dependência ao álcool e outras drogas.

A dependência química é complexa, pois sendo um transtorno de natureza multifatorial e crônica com características recidivantes, o seu uso continuado provoca mudanças na anatomia e fisiologia cerebral, que traduz na mudança de comportamentos observada no usuário, como compulsão pelo uso, falta de controle e diminuição da capacidade de parar apesar das consequências para a sua própria saúde.

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