Tecnocracia e engenharia social no pensamento de B. F. Skinner

Boletim Behaviorista

Quem foram e o que defendiam os líderes do movimento tecnocrático nos EUA?

E o que Skinner teria a ver com isso?

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Uma queixa comum entre simpatizantes da análise do comportamento refere-se ao quanto a abordagem seria incompreendida por seus críticos. Quando chamados a falar para fora do círculo, não raras vezes começamos fazendo “esclarecimentos” preliminares, lamentando sobre quão injustiçados seríamos. Dentre as injustiças de que seríamos vítimas, há a crítica segundo a qual nossa visão de mundo seria “cientificista”, algo frequentemente ilustrado por posicionamentos do mais famoso mentor da área, e ainda muito venerado, B. F. Skinner. Tal crítica acusa também que, no tocante à relação entre ciência e sociedade, a perspectiva skinneriana seria fundamentalmente tecnocrática.

Mas o que isso significa, afinal? Seria a crítica improcedente? Uma referência que ajuda a responder tais questões é o artigo de Alexandra Rutherford, da York University, B. F. Skinner and Technology’s…

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Número especial da Revista Brasileira de Análise do Comportamento discute a definição de comportamento

Boletim Contexto ABPMC

Revista Brasileira de Análise do Comportamento

A Revista Brasileira de Análise do Comportamento acaba de publicar um número especial (v. 9, n. 1, 2013), organizado por Maria Helena Leite Hunziker, professora do Instituto de Psicologia da USP, sobre a definição de comportamento. Cinco analistas do comportamento foram convidados a responder a pergunta “O que é comportamento?”. A pergunta foi abordada de formas diversas, resultando em cinco artigos teóricos que trataram desde definições disponíveis até propostas inovadoras de definição de ‘comportamento’. Em breve, serão publicados comentários e respostas autores às contribuições dos demais.

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[Artigo] A distinção entre comportamento eliciado e emitido ainda é necessária?

Boletim Contexto ABPMC

RATBOX

Em 2016, Michael Domjan publicou seu artigo “Elicited versus Emitted Behavior: Time to Abandon the Distinction”, no qual faz um apanhado histórico de livros e experimentos acerca dos condicionamentos clássico e operante, apontando a necessidade de revisarmos nossas definições com base nas evidências e análises encontradas nos últimos anos. Por meio de sua análise, vemos que as diferenças entre comportamentos emitidos e eliciados não são tão claras quanto se supunha antigamente, apesar de as concepções antigas ainda serem repetidas nos trabalhos atuais.

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Neuroanatomia do sistema de recompensa cerebral e dependência química

MUDI

Antônio Carlos Schwiderski

Enfermagem- UEM

Fonte: http://museudinamicointerdisciplinar.files.wordpress.com/2014/09/ed973-brain_thumb25255b225255d.png

Um dos principais problemas de saúde pública no Brasil e no mundo é o crescente aumento da utilização de substâncias psicoativas, o que motivou o desenvolvimento de pesquisas a cerca dos mecanismos de ação no cérebro e o entendimento das bases neurobiológicas no processo de dependência química. Este conhecimento contribui na criação de novos medicamentos, ajudando no tratamento da desintoxicação e na prevenção de recaídas, que somado às abordagens sociais, culturais, educacionais e comportamentais representará num tratamento efetivo na dependência ao álcool e outras drogas.

A dependência química é complexa, pois sendo um transtorno de natureza multifatorial e crônica com características recidivantes, o seu uso continuado provoca mudanças na anatomia e fisiologia cerebral, que traduz na mudança de comportamentos observada no usuário, como compulsão pelo uso, falta de controle e diminuição da capacidade de parar apesar das consequências para a sua própria saúde.

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[Entrevista] Bernard Guerin em “Uma Análise sobre Saúde Mental e Psicoterapia”

Boletim Contexto ABPMC

Bernard Guerin:  Entrevista para o Boletim Contexto (por Marcela Ortolan):

bg2O professor australiano Dr. Bernard Guerin concedeu a esta entrevista para o Boletim Contexto em que fala um pouco sobre a sua trajetória como pesquisador de comportamentos sociais, as suas relações com a análise do comportamento, o cenários da análise do comportamento na Austrália e na Nova Zelândia, pesquisa comunitária, saúde mental e psicoterapia. Suas reflexões e críticas sobre esses tópicos trazem questões importantes e também alguns pontos polêmicos, como o porquê de ele não realizar mais pesquisas socais em análise do comportamento apesar de utilizar seus princípios.

Read the original interview here.

Leia a entrevista completa a seguir.

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Saiba em qual revista publicar seu artigo científico

Olá, tudo bem? Você almeja submeter seu trabalho científico a uma revista e não tem ideia pra qual? Pois vou te apresentar uma ferramenta que vai te ajudar a tomar essa decisão: o Edanz Journal Selector.

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Ele é bem fácil de usar, basta inserir na caixa de busca as palavras-chave, ou título, ou um pedaço do resumo do seu trabalho, e logo você obterá uma lista de revistas que publicam nas áreas relacionadas. Fiz um teste com um pedaço do resumo da minha monografia do MBA, repara o que consegui:

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Recuperei uma lista com 500 títulos de {possíveis} revistas para submeter meu trabalho! Ok.. 500 é muito, mas a partir daí você filtra os primeiros resultados, e avalia se público-alvo da revista vai se interessar pelo seu trabalho, assim é bem provável que ele seja aceito… {além de outros critérios, claro!}. 😉

Agora deixa eu te dizer uma coisinha… Reparou que na figura acima, do lado direito tem um filtro? Pois bem… selecionei ali a opção 

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Como retardar o efeito do envelhecimento na memória temporal?

Boletim Behaviorista

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“Hoje me levantei e depois tomei o café da manhã, em seguida fui para o laboratório. Antes de tomar o café fui ao banheiro. Só posso voltar para casa depois de terminar esse post para o Boletim Behaviorista”. – Lembrar da ordem em que os eventos da nossa vida acontecem pode parecer algo extremamente simples e trivial. Entretanto, a grande frequência com que esse tipo de comportamento acontece mascara sua complexidade. A falta de um registro sistemático e crenças em uma “memória ora prodigiosa, ora incapaz” distorcem muitas vezes nossas descrições sobre o lembrar.

É possível encontrar definições sobre o que é a memória temporal considerando a perspectiva da psicologia cognitiva como a habilidade de “codificar” e “recuperar” o tempo e a ordem dos eventos passados de maneira precisa. Numa interpretação analítico-comportamental, recorremos a instâncias de controle de estímulos para entender como recordamos e descrevemos a ordem de ocorrência dos…

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